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E.M.E.F Getúlio Vargas

E.M.E.F Getúlio Vargas

HISTÓRIA DA ESCOLA
Escola Municipal de Ensino Fundamental Getúlio Vargas foi inaugurada no dia 03 de julho de 1979, Na ocasião, a diretora Lizete Costa da Silva, contava com  03 salas de aula.

Tendo como patrono o grande estadista brasileiro e um dos maiores políticos de nosso País, Getúlio Dornelles Vargas, que presidiu o Brasil nos anos de 1950, e cuja atuação marca a História Política e Social do País até os dias de hoje.

Hoje, a escola conta com uma estrutura de cerca de 1.450m² de área construída abrigando 15 salas de aula e um quadro funcional de aproximadamente 57 profissionais qualificados, atendendo cerca de 650 alunos, nas modalidades de Educação Infantil e Ensino Fundamental com duração de 9 anos, em dois turnos, manhã e tarde, oferecendo, ainda, Atendimento Educacional Especializado para alunos portadores de Necessidades Especiais, Laboratório de Aprendizagem, Laboratório de Informática, Laboratório de Ciências, Sala de Leitura, Direção, Secretaria, Supervisão e Orientação.

Para atender a esta demanda, a escola conta com o trabalho da diretora, a professora Lisiane Bergamnn Anselmo, a vice-diretora, a professora/superviora Valéria Gonçalves Heiden, dos supervisores Maéli Martins Hugo e Cristian Hernando Sardo da Cunha, das orientadoras educacionais Raquel Baldi Marques Gibinski e Graziela Luciane dos Santos Souza, e de uma equipe de 39 professores e 16 funcionários.

A escola faz um trabalho com a participação da comunidade, através do Conselho Escolar e da APM, cujo principal foco está no atendimento às necessidades do educando com foco em sua aprendizagem e de melhorias na escola.

BIOGRAFIA DO PATRONO

Escola Municipal de Ensino Fundamental Getúlio Vargas foi inaugurada no dia 03 de julho de 1979, Na ocasião, a diretora Lizete Costa da Silva, contava com  03 salas de aula.

Tendo como patrono o grande estadista brasileiro e um dos maiores políticos de nosso País, Getúlio Dornelles Vargas, que presidiu o Brasil nos anos de 1950, e cuja atuação marca a História Política e Social do País até os dias de hoje.

Hoje, a escola conta com uma estrutura de cerca de 1.450m² de área construída abrigando 15 salas de aula e um quadro funcional de aproximadamente 57 profissionais qualificados, atendendo cerca de 650 alunos, nas modalidades de Educação Infantil e Ensino Fundamental com duração de 9 anos, em dois turnos, manhã e tarde, oferecendo, ainda, Atendimento Educacional Especializado para alunos portadores de Necessidades Especiais, Laboratório de Aprendizagem, Laboratório de Informática, Laboratório de Ciências, Sala de Leitura, Direção, Secretaria, Supervisão e Orientação.

Para atender a esta demanda, a escola conta com o trabalho da diretora, a professora Lisiane Bergamnn Anselmo, a vice-diretora, a professora/superviora Valéria Gonçalves Heiden, dos supervisores Maéli Martins Hugo e Cristian Hernando Sardo da Cunha, das orientadoras educacionais Raquel Baldi Marques Gibinski e Graziela Luciane dos Santos Souza, e de uma equipe de 39 professores e 16 funcionários.

A escola faz um trabalho com a participação da comunidade, através do Conselho Escolar e da APM, cujo principal foco está no atendimento às necessidades do educando com foco em sua aprendizagem e de melhorias na escola.

 O GOVERNO PROVISÓRIO

Ao assumir o governo, mesmo admitindo que estava no governo provisoriamente, até as próximas eleições, buscou se fortalecer politicamente. Uma das medidas foi afastar os governadores, para enfraquecer as oligarquias, e em seu lugar, nomeou interventores, ou seja, pessoas de sua confiança. Isso desagradou às oligarquias, principalmente de São Paulo, que iniciaram uma revolução, mas foram derrotados pelo exército do governo de Vargas. Porém, como consequência, Getúlio foi obrigado a encaminhar uma nova Constituição em 1934.

Veja as principais mudanças com ela:

  • Voto secreto: o que dificultava a corrupção eleitoral, que era tão comum;
  • Voto feminino: sim, as mulheres só passaram a ter este direito naquele ano, pois eram tratadas como inferiores aos homens. Com esta mudança, elas passaram a ter importância cada vez maior na política;
  • Justiça eleitoral: foi criado o órgão responsável por cuidar das eleições, e permanece até hoje;
  • Ensino primário gratuito: passou a ser obrigatória a frequência de crianças em escolas públicas, se os responsáveis não pudessem pagar por uma escola privada;
  • Direitos trabalhistas: passou a ser direito de todos, jornada de trabalho de no máximo 8 horas, descanso semanal remunerado, indenização ao trabalhador no caso de demissão sem justa causa, proteção ao trabalho do menor e da mulher, férias anuais remuneradas, etc.

Ao longo de suas atividades, Vargas foi constantemente atacado por figuras como Carlos Lacerda – o pivô da queda de Vargas. A classe de trabalhadores também começou a se mobilizar contra o governo por conta do aumento da inflação, que corroía o salário. Além disso, medidas como a nomeação de João Goulart para o Ministério do Trabalho e o aumento do salário mínimo em 100% só reforçaram.

Em agosto de 1954, o governo enfrentava um crítico quadro. Pressionado por todos os lados, a situação do presidente agravou-se terrivelmente quando o seu maior opositor – Carlos Lacerda – foi alvo de uma tentativa de assassinato fracassada, que ficou conhecida como Atentado da Rua Tonelero e aconteceu em 5 de agosto. O jornalista sobreviveu, mas seu guarda-costas, um major da Aeronáutica, foi morto.

As investigações descobriram que a ordem do atentado havia partido do chefe de segurança do Palácio do Catete, Gregório Fortunato. Vargas passou a ser pressionado a renunciar, e após uma reunião, os ministros o aconselharam a se licenciar da presidência.

Getúlio registrou em sua agenda de compromissos, na página do dia 23 de agosto de 1954, segunda-feira: “Já que o ministério não chegou a uma conclusão, eu vou decidir: determino que os ministros militares mantenham a ordem pública. Se a ordem for mantida, entrarei com pedido de licença. Em caso contrário, os revoltosos encontrarão aqui o meu cadáver.”

Getúlio concordou em se licenciar sob condições, que constavam da nota oficial da presidência da república divulgada naquela madrugada: “Deliberou o Presidente Getúlio Vargas… entrar em licença, desde que seja mantida a ordem e os poderes constituídos, em caso contrário, persistirá inabalável no propósito de defender suas prerrogativas constitucionais, com sacrifício, se necessário, de sua própria vida”.

Getúlio, no final da reunião ministerial, assina um papel, que os ministros não sabiam o que era, nem ousaram perguntar. Encerrada a reunião ministerial, sobe as escadas para ir ao seu apartamento. Vira-se e despede-se do ministro da Justiça Tancredo Neves, dando a ele uma caneta Parker 51 de ouro e diz: “Para o amigo certo das horas incertas!”.

Getúlio Vargas cometeu suicídio com um tiro no coração em seus aposentos no Palácio do Catete, na madrugada de 24 de agosto de 1954.

Assumiu então a presidência da república, no dia 24 de agosto, o vice-presidente potiguar Café Filho, da oposição a Getúlio, que nomeou uma nova equipe de ministros e deu nova orientação ao governo.

No dia seguinte ao suicídio, milhares de pessoas saíram às ruas para prestar o “último adeus” ao “pai dos pobres”, chocadas com o que ouviram no noticiário, enquanto isso, retratos de Getúlio eram distribuídos para o povo durante o dia, já seus adversários políticos tiveram que deixar o país por medo de uma perseguição.

Anos mais tarde em 1962,  Teixeirinha homenageou o presidente gaúcho Getúlio Vargas, com a faixa de nome: “24 de Agosto”, lembrando o impacto popular que foi a morte repentina do então presidente do Brasil.

O patrono da nossa Escola Getúlio Dornelles Vargas trabalhou em prol dos direitos dos Brasileiros, direitos estes que persistem até os dias atuais. Baseado nisso nossa escola tem como lema, Respeito e Igualdade que são trabalhados na convivência diária com nossos alunos, com o propósito de se expandir para o âmbito social.

O conhecimento de sua história enaltece o nome de nossa escola e resgata a importância dos direitos que nos foram concedidos. Aprendemos com a história de Getulio Vargas que nossa escola tem o dever de contribuir para que essa memória não seja esquecida.

 

“Devemos ser bons. Não existem esforços inúteis quando empregados em prol da coletividade.”

– Getúlio Vargas.

 

GETULIO

 

 

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